TERAPEUTAS
André Gandur
Marilene Coelho

 
 
 
Acupuntura e as Práticas Integrativas e Complementares
 
 


Acupuntura é uma técnica milenar, integrante do arsenal terapêutico da Medicina Tradicional Chinesa. O reconhecimento de seus benefícios é cada vez maior. Resultados clínicos e diversas pesquisas científicas comprovam sua eficácia, o que vem expandindo sua aplicação, nas diversas áreas da saúde. Tanto que, a Acupuntura, integra a relação de Terapias Integrativas e Complementares.

As Práticas Integrativas e Complementares (PICS) são técnicas e métodos que têm como objetivo promover a saúde e o bem-estar, são baseadas em conhecimentos tradicionais e práticas milenares, e atuam principalmente na prevenção, bem como no tratamento de diversas patologias e nos cuidados paliativos.
São terapias que utilizam técnicas naturais e holísticas, para conseguir restaurar a harmonia entre corpo, mente, emoções e espírito do indivíduo.

Diferentes das Terapias Alternativas, as PICS, dentre elas a Acupuntura, não substituem a Medicina convencional, pelo contrário, atuam em parceria. Evidências científicas têm mostrado os benefícios do tratamento integrado entre Medicina convencional e Práticas Integrativas e Complementares.

 Atualmente são PICS do SUS: Acupuntura, Reflexologia, Reiki, Aromaterapia, Cromoterapia, Meditação, Terapias Florais, Yoga entre outras.

A Acupuntura é classificada como profissão de nível técnico na Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho e Emprego (código 3221-05).

E segundo o entendimento consagrado pelos tribunais brasileiros, a Acupuntura Não é uma atividade exclusiva do médico, mas de caráter multiprofissional, de modo que, enquanto a atividade não for regulamentada por lei própria, nenhum conselho de classe, está autorizado a estabelecer regras que restrinjam sua prática a determinada categoria profissional.

André Gandur

 


 

Anamnese Humanizada

 
 

Anamnese é um termo oriundo da palavra grega “anamnésis” e significa uma espécie de lembrança.

Partindo dessa definição, o processo consiste em um registro de dados obtidos numa conversa inicial com o paciente, que visa adquirir informações sobre a vida do sujeito com o máximo de detalhes.

Esses dados são importantes para o tratamento do paciente, uma vez que orienta os profissionais de saúde da definição das melhores condutas. Sem esse histórico do paciente em mãos, dificilmente se chegará à origem dos problemas.

O profissional precisa estar pronto a ouvir, passar confiança e transmitir as informações de maneira clara e humanizada. É importante destacar que, mesmo com as novas tecnologias, nada substitui o contato humano, presencial e atencioso.

Quando há uma relação humanizada, na qual o paciente, está bem informado e participa da tomada de decisão, a sua participação no tratamento é maior. E isso faz com que o paciente se sinta à vontade para compartilhar informações sobre o que ele está passando e vivendo.

A anamnese é muito mais do que fala e escuta, é preciso observar gestos, expressões, postura, tom de voz e olhar. Não deve ser como um interrogatório, mas uma conversa confortável para o paciente falar sobre sua situação.

Uma anamnese bem conduzida, com empatia, solidariedade e humanização, segundo estudos, é responsável por 85% do diagnóstico.

André Gandur

 

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